O direito à ternura é tema de educação.
No Ocidente, de modo geral, a pessoa é formada para
a luta, para vencer, para a guerra.
O tema ternura precisa ser resgatado especialmente
na educação.
sexta-feira, 22 de junho de 2007
Sobre a Crise do Jornalismo Impresso
Clóvis Rossi, em seu artigo "Férias, as últimas?", publicado na Folha de S.Paulo, no dia 26 de novembro de 2006, afirma que "O jornalismo impresso vive uma crise que é, sim, financeira, mas é acima de tudo uma crise de destino. Explícita ou implicitamente, vivemos sob a cultura do lema do "New York Times", qual seja, publicar "all the news that is fit to print". Hoje em dia, todas as notícias que estão prontas para a publicação aparecem antes que os jornais comecem a rodar -ou na TV, ou na internet, ou no rádio..."
E conclui que "O jornalismo impresso precisa reinventar seu destino. Eu tenho até alguns palpites, mas, como não passam disso, o melhor é tirar férias. Na volta conversamos."
E conclui que "O jornalismo impresso precisa reinventar seu destino. Eu tenho até alguns palpites, mas, como não passam disso, o melhor é tirar férias. Na volta conversamos."
"O desafio está posto"
Muito oportunas as Perpectivas finais do artigo "Comunicação e incomunicação" do professor Dimas A. Künsch, publicado na revista "Líbero", de junho 2007:
"Nunca, como hoje, tanta rede houve, de todo tipo, mundo afora. Tempo e espaço se comprimem e se redimensionam nos ambientes velozes das infovias da informação. As novas tecnologias da informação e da comunicação trouxeram a guerra e a paz ao sofá da sala. A dúvida, no entanto, persiste, e parece mesmo se revigorar: onde a comunicação perdeu a comunicação?
Pensar hoje a comunicação exige o sentido da responsabilidade de compreender ao mesmo tempo os signos mais diversos da incomunicação. Ou de 'sonhar também os pesadelos, para que eles não nos assolem sob a forma de monstros reais na vigilia do dia seguinte'(Baitello 2005:10). O desafio está posto."
Transcrito por I.L.Pontin
"Nunca, como hoje, tanta rede houve, de todo tipo, mundo afora. Tempo e espaço se comprimem e se redimensionam nos ambientes velozes das infovias da informação. As novas tecnologias da informação e da comunicação trouxeram a guerra e a paz ao sofá da sala. A dúvida, no entanto, persiste, e parece mesmo se revigorar: onde a comunicação perdeu a comunicação?
Pensar hoje a comunicação exige o sentido da responsabilidade de compreender ao mesmo tempo os signos mais diversos da incomunicação. Ou de 'sonhar também os pesadelos, para que eles não nos assolem sob a forma de monstros reais na vigilia do dia seguinte'(Baitello 2005:10). O desafio está posto."
Transcrito por I.L.Pontin
Ao Professor Dimas
Aproveito este espeço para dizer-lhe, professor Dimas, que a disciplina "Midia e Poder" superou minhas espectativas. A amplitude do seu pensamento, a bibliografia indicada, os seminários, enfim, a metodologia, tudo contribuiu para uma grande abertura de pensamento. Acompanhei com prazer todos os semiários, os quais foram muito bem preparados por todos os grupos. Li diversos livros indicados e fui entendendo mais a interligação desta disciplina com outras do curso, especialmente com a dprofessor Cláudio, "Globalização e cultura da mídia".
Obrigada.
Iris L. Pontin
Obrigada.
Iris L. Pontin
Ainda sobre o Direito à ternura
Importante uma das reflexões de Restrepo quando afirma que "as éticas impositivas parecem ter chegado ao seu fim; por isso, a edicação em valores deve ser articulada ao campo de uma estéstica sugestiva que nos permita abandonar a esfera tirânica dos decretos para inscrever-nos na trama de uma educação do gosto e da sensibilidade".
Com isso nos damos conta o quanto ainda precisa caminhar no campo da educação.
(Do livro Direito à ternura")
Com isso nos damos conta o quanto ainda precisa caminhar no campo da educação.
(Do livro Direito à ternura")
SOBRE O DIREITO À TERNURA
Muito bem pensado o seminário final sobre o livro "O direito à ternura" de Luis carlos Restrepo.
Lendo-o em profundidade, nota-se a sutileza do autor de ajudar-nos a pensar sobre o essencial da condição humana e por onde passa o poder. Trata-se de toda uma formação
que nega à pessoa, especialmente ao homem, o direito à ternura. E todos somos formados em uma linguagem de guerra, de vencer...
(Iris L. Pontin - Reflexão a partir do livro "O Direito à ternura" de L.C Restrepo)
Lendo-o em profundidade, nota-se a sutileza do autor de ajudar-nos a pensar sobre o essencial da condição humana e por onde passa o poder. Trata-se de toda uma formação
que nega à pessoa, especialmente ao homem, o direito à ternura. E todos somos formados em uma linguagem de guerra, de vencer...
(Iris L. Pontin - Reflexão a partir do livro "O Direito à ternura" de L.C Restrepo)
sexta-feira, 1 de junho de 2007
OS QUATRO PILARES DA EDUCAÇÃO
Aprender a conhecer, o que significa também, aprender a aprender,
para beneficiar-se das oportunidades oferecidas pela educação ao longo de toda a vida.
Aprender a fazer, a fim de adquirir não somente uma qualidade profissional mas,
de uma maneira mais ampla, competências que tornem a pessoa apta a enfrentar
numerosas situações e a trabalhar em equipe.
Aprender a viver juntos desenvolvendo a compreensão do outro e a percepção das
interdependências: realizar projetos comuns e preparar-se para gerir conflitos,
no respeito pelos valores do pluralismo, da compreensão mútua e da paz.
Aprender a ser, para melhor desenvolver a sua personalidade e estar à altura de agir
com cada vez maior capacidade de autonomia,, de discernimento e de responsabilidade
pessoal.
Para isso, não negligenciar na educação nenhuma dasa potencialidades de cada individuo:
memória, raciocínio, sentido estético, capacidades físicas, aptidão para comunicar-se.
para beneficiar-se das oportunidades oferecidas pela educação ao longo de toda a vida.
Aprender a fazer, a fim de adquirir não somente uma qualidade profissional mas,
de uma maneira mais ampla, competências que tornem a pessoa apta a enfrentar
numerosas situações e a trabalhar em equipe.
Aprender a viver juntos desenvolvendo a compreensão do outro e a percepção das
interdependências: realizar projetos comuns e preparar-se para gerir conflitos,
no respeito pelos valores do pluralismo, da compreensão mútua e da paz.
Aprender a ser, para melhor desenvolver a sua personalidade e estar à altura de agir
com cada vez maior capacidade de autonomia,, de discernimento e de responsabilidade
pessoal.
Para isso, não negligenciar na educação nenhuma dasa potencialidades de cada individuo:
memória, raciocínio, sentido estético, capacidades físicas, aptidão para comunicar-se.
A articulação dos saberes
"A religação dos saberes
expressam superlativamente a idéia
de que qualquer reforma de educação
deverá começar, antes de mais nada,
pela reforma dos educadores."
Transcrito de Educação e complexidade, de Maria da Conceição de Almeida
expressam superlativamente a idéia
de que qualquer reforma de educação
deverá começar, antes de mais nada,
pela reforma dos educadores."
Transcrito de Educação e complexidade, de Maria da Conceição de Almeida
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