
Dando continuidade à reflexão sobre o artigo "Comunicaçãoé incomunicação", do Prof. Dr. Dimas Künsch, pareceu-me muito importante a conclusão desse artigo, e a transcrevo aqui, como uma contribuição para todos os que leerão este blog. Chama-se:
Perspectivas
"Nunca, como hoje, tanta rede houve, de todo tipo, mundo afora. Tempo e espaço se comprimem e se redimensionam nos ambientes velozes das infovias da informação. As novas tecnologias da informação e comunicação trouxeram a guerra e a paz ao sofá da sala. A dúvida, no entanto, persiste, e parece mesmo se revigorar: onde a comunicação perdeu a comunicação?
Pensar hoje a comunicação exige o sentido da responsabilidade de compreender ao mesmo tempo os signos masi diversos da incomunicação. Ou de "sonhar também os pesadelos, para que eles não nos assolem sob a forma de monstros reais na vigília do dia seguinte" (Baitello, em "A Era da Iconofagia, São Paulo, Hacker Editores, 2005). "O desafio está posto" - conclui o professor. E sonhar também aquilo que nos parece quase impossível é necessário, para que o monstro da incomunicação não se torne realidade permanente, num mundo de tanda faciliade e de tantos meios de comunicação. Não importa se nosso sonho, agora é simples e pequeno como o do menino que conseguiu fazer voar uma pipa, como já relatamos neste blog.
Iris L. Pontin - 28.07.2007









