sexta-feira, 20 de abril de 2007

Blog de Iris Pontin


Este é meu blog para trabalhos do curso Midia e poder, para partilhar com o grupo.
Espero que gostem e façam comentários.

segunda-feira, 16 de abril de 2007

Marcas globais e poder corporativo, de Naomi Klein

"Marca é uma palavra usada demais hoje em dia."
No artigo "Marcas globais e poder corporativo", in Por uma outra comunicação, Denis de Morais [org.], Naomi Klein espera convencer o leitor que marca não é publicidade, mas o fim da publicidade. "Vender idéias em vez de produtos está transformando nossa cultura e nossas vidas no trabalho." Antes tínhamos cidades fabricantes de marcas, agora temos cidades construids em torno do consumo, de estilos de vida. Assim, Celebration é o primeira cidade totalmente marca, so que não há marca nenhuma nela. Não ha franquias, nem anuncios, apenas montes de parques e ruas, e crianças andando de bicicleta...
Hoje, o importante não é ter fabricas, fabricar, mas controlar a receita, a idéia, a propriedade intelectual. Esta é o que importa. O que estamos vendo é um sistema de classe surgir dentro do mundo corporativo. O que vemos, em un nivel superior, são as empresas de informações, impulsionadas pela marca, que têm toda a propriedade intelectual e muito poca propriedade física. Depois vem as empresas fornecedoras que fabricam e venden os produtos, e produzem as pesoas, as redes de agências temporárias. Há empresas que são apenas idéias...
Do artigo"Marcas globais e poder corporativo, de Naomi Klein.
Síntesis elaborada por Iris Pontin

sexta-feira, 13 de abril de 2007

Diferenciación y asignación de marcas

El libro Administración de Mercadotecnia, de Czinkota – Kotabe, trae un capítulo sobre segmentación del mercado, posicionamiento y asignación de marca, el cual presenta básicamente el tema del monopolio de la marca, las políticas de asignación de marca, la extensión de la marca las multimarcas y la asignaciaón de marcas compartidas.
Económicamente, la marca es un dispositivo diseñado para crear un monopolio... o alguna forma de competencia imperfecta.
La asignación de marcas es la herramenta de mercadotecnia más poderosa para la diferenciación que puede, de hecho, casi crear un monopolio. Una vez establecido un nombre de marca tiene una fuerte equidad de marca. Las políticas de asignación pueden de marca pueden basarse en el nombre de la compañia, asignación de marcas por familia y asignación de marcas individuales.
Compartir marcas entre compañias que comercializam produtos complementarios ayuda a llenar segmentos de mercado que no cumbren individualmente. Las marcas privadas e las marcas genéricas también se vuelven cada vez más importantes en mercados sensibles a los precios.

Escrito por Iris L. Pontin - el día 13 de abril de 2007.

Herdeiros de Alexandre

"Se nos colocamos na esfera da linguagem,é possível constatar que existe em nossas experiencias cotidianas, uma ideologia guerreira que, articulada com apreciados valores da cultura ocidental, se opõem com persistência à enunciação de um discurso sobre a ternura."


Com estas palavras, Restrepo inicia o pequeno capítulo "Herdeiros de Alexandre", em seu livro Direito à Ternura, no qual ele analisa e faz o leitor tomar consciencia dessa realidade tão intrínseca ao ser humano.

A exemplo de Alexandre, que foi treinado à disciplina com o forte e único objetivo de vencer o inimigo e conquistar o mundo, o autor nos faz ver que na atualidade também existe um discurso semelhante ao do Alexandre. E não somente no campo das armas, mas também no campo do espírito, como no caso de Abraão.

Três mil anos depois, constatamos que a ação da maioria dos empresários, políticos e cientístas continua pautado por este mesmo espírito guerreiro. "A sensibilidade foi desterrada das rotinas produtivas e do campo do saber. Ainda hoje o amor e o êxito econômico e social parecem andar na contramão."

Muitos de nós, sem dúvida, vivemos esta mesma rotina, sem dar-nos conta. O medo, segundo o autor, é que "a afetividade e a ternura podem quebrar a disposição do combatente".

"Importante deixar-se assaltar pelas imensidades ambientais que chegam ao nosso corpo. A ternura só pode enincuar-se a partir da fratura, vivenciada a partir de um ser atravessado pelo mundo e não a partir daquele que se fecha sobre a experiência impondo a qualquer preço suas intenções e projetos".
Do livro: RESTREPO, Luis Carlos, Direito à Ternura


terça-feira, 3 de abril de 2007

Novas idéias de Edgar Morin (Da entrevista publicada na Revista CULT - França )

Idealizador de uma reforma do pensamento e da educação, Morin se destaca por suas idéias que expressam paixão pelo que ele mesmo chama de transdisciplinariedade. E resumem-se em conceitos como a Ecologia da ação; a Identidade transcultrural e a Antropoética. Um dos aspectos importantes para este momento atual, é que Morin “nos leva a assumir nossa condição humana e a utilizar as relações com os outros para compreender nossas próprias vidas”.Ressalto algumas idéias para pensar:• “...Temos uma Pátria comum, uma pátria terrestre”• “Creio que podemos desenvolver essa consciência ecológica ao desenvolver uma consciência humana na qual nos vemos como tendo o mesmo destino, e que estamos diante dos mesmos problemas, com as mesmas ameaças e perigos.”• “Nossos problemas não podem ser concebidos como separados uns dos outros.”Assim, o conhecimento que deveríamos aprender nas escolas deveria estar adaptado a essa complexidade, permitindo-nos ver os problemas fundamentais e globais..”• “Temos de abandonar a maneira linear de conceber a causalidade das coisas, abandonar as formas dogmáticas de pensar...”• “É preciso fazer conexões entre diversos tipos de conhecimento: é a transdisciplinariedade.”

Os sete saberes necessários à Educação do Futuro

"A educação do futuro exige um esforço transdisciplinar que seja capaz de rejuntar ciências e humanidades e romper com a oposição entre natureza e cultura. Edgar Morin, nesses 'sete saberes', expõe não um credo a ser cumprido acriticamente, mas um desafio cognitivo a todos os pensadores empenhados em repensar os rumos que as Instituições educacionais terão de assumir, se não quiserem sucumbir na inércia da fragmentação e da excessiva disciplinarização, características dessas últimas décadas de mundialização neoliberal" (Edgar Assim Carvalho, abril de 2000)